Super Bock Super Rock Angola

•2007; Fevereiro • Deixe um comentário

O grupo musical crioulo Splash participa no próximo dia 16 de Fevereiro no Super Bock, Super Rock de Angola. O evento, que vai na sua terceira edição, leva ainda para esta nação africana nomes como Paulo Gonzo (Portugal), Adriana Calcanhotto e Gabriel “O Pensador” (Brasil).

Participam ainda deste certame, patrocinado pela cerveja Super Bock, os Irmãos Verdades e os angolanos Os Lambas e Anselmo Ralph. Este último actuará na edição portuguesa do festival, em Junho, à semelhança do que aconteceu em anos anteriores, com os Kalibrados e Patrícia Faria.

Os bilhetes para o Super Bock Super Rock Angola, que começa às 18h30 no próximo dia 16 custam cerca de 10 euros para o relvado e cerca de 14 euros para a bancada do Estádio da Cidadela, em Luanda.

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Quem é Athena? A órfã abandonada pela mãe cigana na Transilvânia. A criança levada pelos pais adotivos para Beirute. A funcionária de um grande banco em Londres. A bem sucedida vendedora de terrenos em Dubai. A sacerdotisa de Portobello Road. Athena é o personagem principal de A Bruxa de Portobello. Quem conta a história são as pessoas que conviveram com ela. Sua mãe adotiva, um jornalista interessado em vampirismo, um padre, um mestre de caligrafia, uma atriz, entre outros. Eles traçam diferentes perfis da personagem, mesclando acontecimentos com impressões, crenças próprias, anseios. A história arrebata e provoca, resume o editor, Pascoal Soto. Se tivesse de resumir em uma expressão o que penso do livro, diria que em A Bruxa de Portobello estão nossos medos, aflições, inseguranças, certezas e dúvidas.

Banquete Real

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Amigos
Para quem estiver interessado……..
Aqui está em anexo o menu do Take Away da próxima semana menu-12_02-a-17_-02.doc

Refeição 700 KZ
Transporte 100 KZ

A informa o Menu da próxima semana (em anexo).

Ainda informo que por esta via poderá ser feita a encomenda antecipada (dia anterior) ou no mesmo dia até ás 9h. depois pelos terminais de contacto.

Este mail pode ser usado para sugestões, opiniões, criticas… á sua
disposição

Banquete Real
Rua Lopes Lima N. 82 – Cave
Telm: 923 313 560/ 912 436 655/ 925 824 490

Pedro Coelho

Cila.Coelho@sida.se

AYO-Joyfull (2006)

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Sabem, daquelas coisas que sem querer nos viciam?

And it’s supposed to be love e uma musica suave, vibrante e muito sensual. O disco JOYFULL foi lancado em 2006 e tras muitas novidades e como o seu proprio nome (que significa alegria) este e sem duvida um disco com melodias alegres e contagiantes para os apreciadores da musica afro-descendente.

http://ayomusic.artistes.universalmusic.fr

Sabedoria Irreverente

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100 Temas, 250 Textos, 500 Citações
«Em duzentos e cinquenta excertos de livros e quinhentas citações, distribuídos por mais de cem temas, textos irreverentes que fazem pensar de uma forma não linear e proporcionar um horizonte mais alargado de pensamento sobre a existência, a vida, e mil e um aspectos importantes desta, nem sempre concordantes e muitas vezes até contraditórios, base importante para uma sabedoria que se define por conhecimento alargado para uma acção mais lúcida.»

O Dever Para Nós Próprios

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Influenciar uma pessoa é dar-lhe a nossa própria alma. O indivíduo deixa de pensar com os seus próprios pensamentos ou de arder com as suas próprias paixões. As suas virtudes não lhe são naturais. Os seus pecados, se é que existe tal coisa, são tomados de empréstimo. Torna-se o eco de uma música alheia, o actor de um papel que não foi escrito para ele. O objectivo da vida é o desenvolvimento próprio, a total percepção da própria natureza, é para isso que cada um de nós vem ao mundo. Hoje em dia as pessoas têm medo de si próprias. Esqueceram o maior de todos os deveres, o dever para consigo mesmos. É verdade que são caridosas. Alimentam os esfomeados e vestem os pobres. Mas as suas próprias almas morrem de fome e estão nuas. A coragem desapareceu da nossa raça e se calhar nunca a tivemos realmente. O temor à sociedade, que é a base da moal, e o temor a Deus, que é o segredo da religião, são as duas coisas que nos governam.

Oscar Wilde, in “O Retrato de Dorian Gray”

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“O autor na sua obra, deve ser como Deus no universo, presente em toda a parte, mas não visível em nenhuma”. Gustave Flaubert

Lizz Wright

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“Salt”, de 2003, e “Dreaming Wide Awake”, de 2005, são os álbuns que a cantora editou até à data. Neste último trabalho, além de composições originais, Lizz Wright recupera canções de Neil Young e dos Youngbloods, bem como temas celebrizados por Ella Fitzgerald, entre outros.

www.lizzwright.net

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E caiu a chuva sobre a terra
quarenta dias e quarenta noites Gênesis — c. VII, v. 12

Que mar não foi! que túmidas
As águas não rolavam!
Montanhas e planícies
Tudo tornou-se mar;
E nesta cena lúgubre
Os gritos que soavam
Era um clamor uníssono
Que a terra ia acabar.

O dilúvio (1863) Machado de Assis

MEDITAR

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A meditação consiste na prática de focar a atenção, freqüentemente formalizada em uma rotina específica. É comumente associada a religiões orientais. Há dados históricos comprovando que ela é tão antiga quanto a humanidade. Não sendo exatamente originária de um povo ou região, desenvolveu-se em várias culturas diferentes e recebeu vários nomes. Apesar da associação entre as questões tradicionalmente relacionadas à espiritualidade e essa prática, a meditação pode também ser praticada como um instrumento para o desenvolvimento pessoal em um contexto não religioso.

Etimologia: A palavra meditação vem do Latim, meditatione, que indica originalmente todo o tipo de exercício físico ou intelectual, evoluindo mais tarde para o significado específico “contemplação.” Em sânscrito, é chamada dhyana, obtida pelas técnicas de dharana (concentração).

Definição: A meditação costuma ser definida da seguinte maneira:

Um estado que é vivenciado quando a mente se torna vazia e sem pensamentos;
Prática de focar a mente em um único objeto (por exemplo: em uma estátua religiosa, na própria respiração, em um mantra);
Uma abertura mental para o divino, invocando a orientação de um poder mais alto;
Análise racional de ensinamentos religiosos (como a impermanência, para os Budistas).

Prática: É fácil se observar que nossas mentes encontram-se continuamente pensando no passado (memórias) e no futuro (expectativas). Com a devida atenção, é possível diminuir a velocidade dos pensamentos, para se observar um silêncio mental em que o momento presente é vivenciado. Através da meditação, é possível separar os pensamentos da parte de nossa consciência que realiza a percepção.

É possível obter total descanso numa posição sentada e por conseguinte atingir maior profundidade na meditação assim dissolver preocupações e problemas que bloqueiam sua mente.

Uma posição possível é a posição de lótus completo, o pé esquerdo apoiado sobre a coxa direita e o pé direito apoiado sobre a coxa esquerda. Outros podem sentar em meio lótus, o pé esquerdo apoiado sobre a coxa direita ou o pé direito sobre a coxa esquerda. Há pessoas que não conseguem sentar em nenhuma dessas posições e por isso podem sentar a maneira japonesa, ou seja, com os joelhos dobrados e o tronco apoiado sobre ambas as pernas. Pondo alguma espécie de acolchoado sob os pés, a pessoa pode facilmente permanecer nessa posição por hora ou hora e meia.

Mas na verdade qualquer pessoa pode aprender a sentar em meio lótus, ainda que no início possa causar alguma dor. Gradualmente, após algumas semanas de treino, a posição se tornará confortável. No início, enquanto a dor ainda causar muito desconforto, a pessoa, deve alterar a posição das pernas ou a posição de sentar. Para as posturas de lótus completo e meio lótus convém sentar-se sobre uma almofada, de forma a que os dois joelhos se apóiem contra o chão. Os três pontos de apoio dessa posição proporcionam uma grande estabilidade.

Mantenha as costas eretas. Isso é muito importante. O pescoço e a cabeça devem ficar em alinhamento com a coluna. A postura deve ser reta mas não rígida. Mantenha os olhos semi-abertos, focalizados a uns dois metros à sua frente. Mantenha leve sorriso. Agora comece a seguir sua respiração e a relaxar todos os músculos. Concentre-se em manter sua coluna ereta e em seguir sua respiração. Solte-se quanto a tudo mais. Abandone-se inteiramente. Se quiser relaxar os músculos de seu rosto, contraídos pelas preocupações, medo e tristeza, deixe um leve sorriso aflorar em sua face. Quando o leve sorriso surge, todos os músculos faciais começam a relaxar. Quanto mais tempo o leve sorriso for mantido, melhor.

À altura do ventre, pose sua mão esquerda com a palma voltada para cima sobre a palma da mão direita. Solte todos os músculos dos dedos, braços e pernas. Solte-se todo como as plantas aquáticas que flutuam na corrente, enquanto sob a superfície das águas o leito do rio permanece imóvel. Não se prenda a nada a não ser à respiração e ao leve sorriso.

Para os principiantes, convém não ficar sentado além de vinte ou trinta minutos. Durante esse tempo você tem que ser capaz de obter descanso total. A técnica para tal obtenção reside em duas coisas: observar e soltar, observar a respiração e soltar tudo mais. Solte cada músculo de seu corpo. Após uns quinze minutos, uma serenidade profunda poderá ser alcançada, enchendo-o interiormente de paz e contentamento. Mantenha-se nessa quietude.

Duração: Vinte a trinta minutos é provavelmente a duração típica de uma sessão de meditação. Praticantes experientes frequentemente observam que o tempo de suas sessões de meditação se prolongam com o tempo.

Objetivos: Os objetivos podem variar, assim como as técnicas de execução. Ela pode servir simplesmente como um meio de relaxamento da rotina diária, como uma técnica para cultivar a disciplina mental, além de ser um meio de se obter insights sobre a real natureza ou a comunicação com Deus. Muitos praticantes da meditação têm relatado melhora na concentração, consciência, auto-disciplina e equanimidade.

Contexto: A divulgação das práticas de meditação no mundo contemporâneo recebeu uma grande contribuição das técnicas milenares preservadas pelas diversas culturas tradicionais do oriente.

Uma das escolas em que ela evoluiu independentemente foi o Sufismo.

Nas filosofias religiosas do oriente, como, Bramanismo, Budismo e suas variações como o Budismo Tibetano e Zen, Tantra e Jainismo, bem como nas artes marciais como I-Chuan e Tai Chi Chuan, a meditação é vista como um estado que ultrapassa o intelecto, onde a mente é posta em silêncio para dar lugar à contemplação espiritual. Esse “calar a mente” induz uma volta ao centro (meio, daí meditar), para o vazio interior.