Lev´Arte Convida para o SHoW do ControVerso!

•2007; março • Deixe um comentário

Não perca o seu autografo ao sabor de boa Poesia neste sábado especial

Lev´Arte vai levar as vozes do Poemar de Luanda à Viana

Ao som de guitarra e nas letras do livro ControVerso de Kardo Bestilo vamos cultivar o âmago no dia 10 de Março de 2007.

Dia: 10 de Março

Local: Restaurante Terraço/Viana

Hora: 18:00

Entrada: Grátis

Poesia: Kardo Bestilo

Lev´Arte Convida à Noite das Flores

•2007; março • Deixe um comentário

Não perca a quinta-feira especial de dia 08 de Março de 2007

Lev´Arte vai juntar vozes femeninas e Poesia

A casa da Poesia as Quintas vai sentir o terramoto sensual das vozes das flores

Dia: 08 de Março

Local: King´s Club/Vila Alice

Hora: 20:00

Entrada: 500kz com duas bebidas

Poesia: Variada

Ginásio Konceito

•2007; março • Deixe um comentário

konceito@nexus.ao

Estamos a organizar um workshop the hip hop, streatdance, breackdance, etc para o fim de semana de pascoa 7 e 8 de Abril e que acho que será interessante para voces pessoal da musica e das coreografias de videoclips.

Vou juntar anexo com o cartaz publicitario e com os horarios e preços.

Ha duas hipoteses:

1. Se querem a parte teorica de como construir coreografias e ensinar um grupo a seguir a mesma devem fazer a parte de workshop durante as manhas e depois as tardes têm a parte prática

2. Se só querem fazer a parte prática aparecem só à tarde para as masterclasses

O preço é por dia ou pelo fim de semana

O local ainda estamos a acertar entre dois sítios depois confirmo localizacão mas é aqui no centro da cidade

Qualquer dúvida liga pra mim 923 32 58 47 ou para konceito 923 71 00 01 ou 222 32 85 44

programa-diego-sacco2.doc

Ponto G

•2007; fevereiro • Deixe um comentário

Por entre espumas, sonhos, alamedas,
– invoordenadas gráficas do vento –
perseguem anjonautas novo alento,
dobrando esquinas cósmicas alpedas.

Transmigram pelos cânticos Rig-Vedas
buscando o filosófico elemento,
perscrutam lentesprismas para aumento
segredos, Escrituras, linhas tredas…

Perséfone de Prata, dança o ventre!
Excita os Serafins em rejubilo,
desnuda-te dos véus, de tuas sedas;

Permite que em teu corpo um anjo adentre,
buscando em teus mistérios gozo e asilo,
soprando em tuas brumas, labaredas!

por Paulo Urban

NEPTUNO

•2007; fevereiro • Deixe um comentário

Perdi o meu pente cor de vento na tempestade da saudade
Quando tudo que queria eras tu
Descrevo círculos de fogo em volta de mim, como se os teus braços fossem,
E deixo-me embalar na dormência das recordações
Serás tu meu Neptuno dono do meu adormecer
De tempestades agudas e seladas por ondas do querer,
Quando na humanidade nada vejo
Só por ti não cega o meu amor
Não sou Neptuno, mas possuo a força e o poder da lava de um vulcão
Que arrasta em mim á demência que não controlo
E descontrolo até ao amanhecer os doces ventos da paixão
E agora, tu?
Hoje o meu vestido serão as algas estelares porque esta noite
Danças em meu redor, como uma chama eterna que não se apaga,
Envolves-me no teu mistério e fascinas-me com os teus enigmas,
Inebrias-me na bruma de sentimentos perfumada de ti
Criaremos o universo intermédio dos sentidos aguçados
Desafiarem os todos ao redor, nosso universo será, o verdadeiro livre.
E ao vento não vamos deixar respirar
Lá estarei rodopiando na demência dos sonhadores
Dançando a valsa da infinita saudade
E eu de peito aberto saltarei de emoção,
O desejo de virar a pagina e ler uma outra passagem,
Talvez uma rima, um silêncio,
Um carinho ou apenas o momento de te amar
Hooooooooooooooooooooo!
Tu infinita saudade
E da saudade agora estou cheia
De amores como tu estou farta
De ser beijada sem ser amada
De corrrer sem encontrar
De encontrar sem encantar
Está o meu pente sem qualquer mente
Quem em ti se encontra ohhh filho das paixões inusitadas?
Que procuras tu criança do mundo?
Quem és tu afinal?
E o que procuras do amor e do mar?
Do mar nada sei, do amor tudo
Tudo mesmo eu quero
Na mente dos homens dementes odiar assemelha-se ao amar
Só não quero as lágrimas vermelhas
Rimara o amor ao mar?
Que a loucura
Estou exausto e sem forças
Não tenho um lenço bordado para enchugar as tuas lágrimas
Apenas as posso colher neste meu lençol infinito
No infinito dos meus sonhos estas tu
Pedaço de mel que se mistura com os incensos de mel e canela
E mesmo assim sem sabor na curta travessia, que toca o tempo
Ouvirei eu os teus apelos de tao longe me falas
Não rima nem o amor nem o ódio nem o mar,
Mas juntos conjugámos o verbo amar,
Em tempos e modos, que não existem para mais ninguém
Foram inventados á nossa imagem,
Para nos sentirmos mais próximos uns dos outros
Sou contrario as vossas emoções pois que verbo não sou
Eu existo, poderas sempre ver-me, tocar-me e sentir-me se o desejares
E o meu desejo é de quem?
De vos que mais saibeis? Senão que és o principio de um em outro
E o que sinto o que é?
Lembras-te daquele homem demente que te falei?
Exausto e sem forças
quem é ele?!
quem sou eu?
O que faço aqui?
Deambulo perdido nesta sonho
Que também é vosso
E seja ele, eu, ela, nós
O vosso é mesmo o mundo idiota e com regras
O mar não sabe amar, nao sabe odiar…
O mar sabe apenas ser mar
E tu o que sabes tu ser?
E eu sei apenas amar, e ponto final.

Amar…
Eu sei que é o frio que percorre o corpo, é o quente que faz arrepiar,
São as emoções que se querem dar e perder em loucuras desmedida
Transpiro a vontade de estar, o querer, o abraçar, o beijar e o não conter,
De prazer, carícias e murmúrios
Sorrio ao entumecer dos seios, ao tremor miudinho que me abala por dentro,
Ao calor que sinto nascer na face, nas mãos, ardo no lume que me queima por dentro
Descrevo circulos de fogo em volta de mim, como se os teus braços fossem
E deixo-me embalar na dormência das recordações

Luanda 16-06-2006 * Na Ponte – 5.00 pm * Yara/Reis/Kardo

•2007; fevereiro • Deixe um comentário

“O meu maior desejo é conseguir ser na vida aquilo que escolhi ser. Mas, ao mesmo tempo, entregar-me a algo grandioso, maior que eu próprio, e tornar-me naquilo que a vida quer que eu seja. É casar solenemente, e com significado, a minha liberdade com o meu destino”.

Prof. Amândio Vaz Velho

MUDAR

•2007; fevereiro • Deixe um comentário

As grandes mudanças ocorrem nos momentos mais pequenos.
Por exemplo quando estamos a tomar aquele café da tarde, enquanto lemos um bom livro, num dia de chuva intensa em que só nos apetece estar na cama, quando prestamos atenção ao que nos rodeia sem estarmos muito interessados; é nesse estagio que a mudaça se ocupa de nós; sussurando-nos para que aceitemos o desafio. É tempo de arrumar a mala e nela juntar todos os velhos hábitos, tristezas, arrependimentos, ressentimentos, indecisoes. Basta de ser marioneta, comandada pela influência de vozes alheias cheias de pretensões, invejas, azares, sortes invulgares e mais um cem número de experiências bem vividas e mal resolvidas.
Não é fácil conviver com o medo de aceitar que estamos errados e que precisamos mudar. A mudança é um pacote que contem inúmeras exigências e a principal SABER LIDAR COM O NOVO EU. Sacudir a poeira, espreguicar na cama, romper o casulo, molhar o rosto na chuva, pisar na areia, correr riscos, quebrar a rotina, aceitar a mudança. Viver intensamente!

Yara Lopes